quarta-feira, 27 de julho de 2011

TORTA MOUSSE DE MARACUJA



ingredientes

Ingredientes para a massa

  • 2 pacotes de biscoito de chocolate
  • 8 colheres (sopa) de manteiga

Ingredientes para o recheio

  • 1 envelope (12 g) de gelatina em pó sem sabor
  • 4 colheres (sopa) de água
  • 1 lata de leite condensado
  • 1 lata de creme de leite
  • A mesma medida (da lata) de polpa de maracujá sem sementes

Ingredientes para a cobertura

  • Polpa de 2 maracujás com sementes
  • 1 xícara (chá) de açúcar

modo de preparo

Modo de preparo da cobertura

Coloque a polpa de maracujá e o açúcar numa panelinha e leve ao fogo. Ferva por alguns minutos, sem parar de mexer. Retire do fogo e deixe esfriando.

Modo de preparo da massa

Triture os biscoitos aos poucos no liquidificador. Misture o biscoito triturado com a manteiga até obter uma farofa. Forre com ela o fundo e os lados de uma fôrma redonda de aro removível de 24 cm de diâmetro, apertando bem com os dedos. Reserve.

Modo de preparo do recheio

Hidrate a gelatina com a água e dissolva em banho-maria. Bata no liquidificador a gelatina dissolvida com os demais ingredientes do recheio. Recheie a torta. Leve à geladeira até firmar (cerca de 3 horas). Desenforme e espalhe por cima a cobertura.

MOUSSE DE LEITE EM PÓ ( Só você experimentando...)



ingredientes

  • . 2 xícaras (chá) de leite em pó
  • . 2 xícaras (chá) de leite
  • . 1 lata de leite condensado
  • . 1 lata de creme de leite
  • . 1 envelope de gelatina em pó sem sabor
  • . 3 claras

modo de preparo

Em uma tigela, misture o leite em pó, o leite, o leite condensado, o creme de leite e a gelatina hidratada e dissolvida de acordo com as instruções da embalagem. Bata as claras em neve e misture delicadamente na musse. Distribua em taças e leve para gelar. Decore com morangos.

Dicas

Mantenha na geladeira no mínimo 4 horas antes de servir

MOUSSE DE LIMÃO FACÍL E VERDE



ingredientes


  • 2 Latas de Leite condensado
  • 1 lata de Creme de Leite
  • 1 Gelatina Sabor Limão
  • 2 Colheres de Sopa de Leite em Pó
  • Meio copo de suco de Limão( fruta)

modo de preparo


Primeiro dissolva a gelatina com agua fria e um pouco de agua morna ate dissolver o pó.
Depois coloque o leite condensado,creme de leite, o suco de limão, a gelatina dissolvida e as duas colheres de leite em pó no liquidificador e bata bem ate misturar os ingredientes. Depois é so colocar em uma travessa de vidro e colocar no congelador por 30 minutos. Sirva!!
  • A gelatina faz com quem o musse fique verdinho e apure mais o sabor do suco de limão dando uma concistencia otima e o leite em pó quebra um pouco a acidez do limão.

domingo, 24 de julho de 2011

MANJAR DE COCO

Manjar de Coco com Leite Condensado

Esta receita de manjar de coco é muito simples de preparar e você ainda vai fazer o maior sucesso com ela. Aproveite!
Ingredientes
1 lata(s) de leite condensado 
2 lata(s) de leite
200 ml de leite de coco
4 colher(es) (sopa) de amido de milho
Modo de preparo
Junte todos os ingredientes e leve ao fogo médio mexendo sem parar até engrossar. Despeje tudo em forma de pudim molhada. Leve à geladeira por mais ou menos 3 horas. Desenforme e sirva com calda de ameixas ou como preferir.

MANJAR BRANCO

Manjar Branco


Manjar branco é uma receita clássica e simples que dificilmente não agrada a todos. Esta é muito fácil de preparar e vai ser difícil você errar.
Ingredientes
1 litro(s) de leite
8 colher(es) (sopa) de açúcar
1 vidro(s) de leite de coco
7 colher(es) (sopa) de amido de milho
Calda
200 gr de ameixa preta
6 colher(es) (sopa) de açúcar
1 1/2 xícara(s) (chá) de água
Modo de preparo
1 - Leve ao fogo, em uma panela de tamanho adequado, o leite, o amido de milho, o açúcar e o leite de coco, bem misturados.

2 - Mexa sem parar, até que o creme engrosse, formando um mingau grosso.

3 - Despeje o creme em uma forma, dessas que tem uma parte elevada, no centro, úmida. Deixe esfriar . Leve à geladeira, após cobrir com filme plástico.
 
Calda
Enquanto seu manjar engrossa na geladeira, prepare a calda: leve ao fogo as ameixas, o açúcar e a água. Deixe ferver até que engrosse o líquido, tomando ponto de calda. Na hora de servir, vire o pudim em uma travessa e cubra com a calda, dispondo as ameixas ao lado e sobre o manjar.
 
Dicas
1- Se quiser variar, use outra fruta em lata: abacaxi e pêssego, por exemplo, ficam ótimos, pois seu sabor combina com o do coco.

2- Outra variação de calda: leve ao fogo 1 xícara de chá de vinho tinto, 2 colheres de sopa de açúcar e 100 de uvas passas sem sementes. Deixe cozinhar por alguns minutos, até que as passas fiquem macias. Se quiser, engrosse com uma colher (chá) de amido de milho dissolvido em um pouco de água.

3- Também pode usar calda de morango: leve meio quilo de morangos ao fogo, sem acrescentar mais nada e deixe cozinhar até que a fruta solte seu líquido e cozinhe, mas sem desmanchar. Acrescente açúcar a gosto e deixe no fogo por mais alguns minutos.

4- Uma boa forma de variar é usar calda de maracujá: polpa de 2 maracujás, e açúcar levado ao fogo. Usa-se em menor quantidade, pois é bastante ácido.
 

sexta-feira, 1 de julho de 2011

PAI NOSSO UMBANDISTA

..PAI NOSSO UMBANDISTA

 
Pai Nosso que estais nos céus, nos mares, nas matas e em todos os mundos habitados; santificado seja o teu nome, pelos teus filhos, pela Natureza, pelas águas, pela luz e pelo ar que respiramos.
 
Que o Teu Reino, Reino do Bem, do Amor e da Fraternidade, nos una a todos e a tudo que criaste, em torno da sagrada cruz, aos pés do divino Salvador e Redentor. Que a Tua vontade nos conduza para o culto do Amor e da Caridade. Dá-nos hoje o pão do corpo, o fruto das matas e a água das fontes para nosso sustento material, espiritual e a vontade para sermos virtuosos e úteis aos nossos semelhantes.
 
Perdoa, se merecermos, as nossas faltas e dá-nos o sublime sentimento do perdão para os que nos ofendam. Não nos deixeis sucumbir ante a luta, dissabores, ingratidões, tentações dos maus espíritos e ilusões pecaminosas da matéria.
 
Envia Pai, um raio da Tua divina complacência, luz e misericórdia, para os teus filhos pecadores que aqui labutam pelo bem da Humanidade.
 
Assim Seja!
 
Saravá Umbanda!

ORAÇÃO DOS FILHOS


 ORAÇÃO PELOS FILHOS
 
 
Ó Deus, Pai de todos os homens, a Vossa lei me lembra o sagrado dever de educar os meus filhos segundo a santa religião para a virtude e o céu. Eles pertencem mais a Vós do que a mim. Das minhas mãos os pedireis um dia. É a Vossa palavra: "Se alguém não tem cuidado dos seus e sobretudo dos de sua casa, negou a fé e é pior que o infiel" (I Tim 5,7).
 
Além do bem-estar temporal dos meus filhos me confiaste a maior responsabilidade: a santificação de suas almas.
 
Assisti-me, Senhor, e iluminai-me para que eu conheça as minhas obrigações e concedei-me a firme vontade e o máximo cuidado em cumpri-las.
 
Moderai o nosso amor natural: quantas vezes nos tornamos cegos em seus erros, perdoando-os facilmente, sem mostrar-lhes suas faltas e os prejudicando intensamente.
 
Dai-me inteligência para usar da severidade quando esta for necessária; dai-me brandura quando me faltar a paciência.
 
Livrai-me, Senhor, de todo o escândalo, para que sirva de modelo aos meus filhos, em tudo quanto é justo, bom e louvável.
 
Santificai, Deus de toda santidade, os meus filhos, para que Vos amem e respeitem; dai-lhes docilidade e obediência para que se tornem perfeitos.
 
Não Vos peço riquezas para eles e sim saúde e força para se manterem na vocação que Vós lhes destinastes.
 
Preservai-os da escravidão das más paixões; conservai-lhes a pureza no meio deste mundo depravado. Concedei, Senhor, aos meus filhos boas companhias e exemplares guias; antes quero vê-los mortos do que vê-los em vida perdida.
 
Eu Vos entrego, ó Pai de bondade, cada um de meus filhos para os protegerdes e salvardes por toda a vida.
 
Assim tenho a firme esperança de poder dizer um dia: "Senhor, daqueles que me confiastes não perdi nenhum".
 
Amém.


PRECE DE CÁRITAS

PRECE DE CÁRITAS
 
 
Deus, nosso Pai, que tendes Poder e Bondade, daí força aquele que passa pela provação, daí luz aquele que procura a verdade, ponde no coração do Homem a compaixão e a caridade.
 
Deus! Daí ao viajor a estrela guia, ao aflito a consolação, ao doente o repouso.
 
Pai! Daí ao culpado o arrependimento, ao espírito a verdade, à criança o guia, ao órfão o pai.
 
Senhor! Que vossa bondade se estenda sobre tudo que criaste. Piedade, para aquele que vos não conhece; esperança para aquele que sofre. Que vossa bondade permita aos Espíritos consoladores derramarem por toda a parte a paz, a esperança e a fé.
 
Deus! Um raio, uma faísca do vosso amor pode abrasar a Terra; deixai-nos beber nas fontes dessa bondade fecunda e infinita e todas as lágrimas secarão, todas as dores acalmar-se-ão. Um só coração, um só pensamento subirá até Vós, como um grito de reconhecimento e de amor.
 
Como Moisés sobre a montanha, nós vos esperamos com os braços abertos, oh! Bondade, oh! Beleza, oh! Perfeição, e queremos, de alguma sorte, alcançar vossa misericórdia.
 
Deus! Dai-nos a força de ajudar o progresso a fim de subirmos até Vós; dai-nos a caridade pura; dai-nos a fé e a razão; dai-nos a simplicidade que fará das nossas almas o espelho onde se deve refletir a vossa imagem.
UMA PEQUENA ORAÇÃO
 
Deus de infinita bondade, não permita que eu
 
desista da caminhada.
 
Dai-me a força para sobreviver em meio
 
 a tantos desencontros.
 
Permita-me seguir a luz que me leva ao caminho certo,
 
mesmo que os atalhos me mostrem um falso colorido.
 
Ajuda-me a conseguir realizar o que me propus:
 
conseguir levar harmonia aos meus irmãos;
 
levar sempre um sorriso nos lábios para contagiá-los;
 
ter o calor nas mãos para aquecer o frio
 
dos que estão em solidão;
 
ter o brilho nos olhos para indicar o caminho
 
a quem está sob minha guarda,
 
mesmo que meu desejo seja chorar.
 
Que sua Benção possa envolver
 
o coração dos que me rodeiam
 
e possam sentir minha verdadeira luta pela Paz,
 
para o entendimento e para a harmonia entre todos.
 
Quero chegar no meu momento,
 
que só vós conheceis, e poder lhe dizer:
 
Pai, daqueles que me confiaste
 
durante minha caminhada, não perdi nenhum.

domingo, 19 de junho de 2011


Entre o mundo dos vivos e o mundo dos mortos, existe um portal. É a passagem, a fronteira entre a vida e a morte.Sua regente: Nanã. Senhora da morte, geradora de Iku (morte). Deusa dos pântanos e da Lama. Mãe  da varíola, regente das chuvas, Nanã é de origem Jeje, da religião da Dassa Zumê e Savê, no Daomé, hoje conhecida com República de Benin. A mais temida de todas os Orixás. A mais respeitada. A mais velha, poderosa e perigosa. Nanã é o encantamento da própria morte. Seus cânticos são súplicas para que leve Iku – a morte – para longe e quem  permite que a vida seja mantida. É a força da Natureza que o homem mais teme, pois ninguém quer morrer! Ela é a Senhora da passagem desta vida para outras, comandando o portal mágico, a passagem das dimensões. Nas casas de Santo, Nanã é extremamente cultuada e temida, pelo poder  que ostenta. É ela a mãe da varíola  e se faz presente  quando existe epidemia da doença. Nanã também está presente nos lodaçais, lamaçais, pois nasceu do contanto com água com a terra, formando a lama, dando origem à sua própria vida. Em terras da África, Nanã é chamada de Iniê e seus assentamentos (objetos sagrados) são salpicados de vermelho. Nanã é lama, é terra com contato com a água. Nanã também é o pântano, o lodo, sua principal morada e regência. Ela é a chuva, a tempestade, a garoa. O banho de chuva, por isso, é uma espécie  de lavagem do corpo, homenagem que se faz à Nanã, lavando-se no seu elemento. Por isso, não devemos blasfemar contra a chuva, que muita vezes estraga passeios, programas, compromissos, festas e acontecimentos. A chuva é a parte da vida, que vai irrigar a terra, Se ela cai demais, é porque a força da Natureza, Nanã, está insatisfeita. E, amigo... queira ver tudo, mas não queira ver a ira de Nanã. Posso lhe assegurar que não existe nada mais perigoso! Considerada a Iabá (orixá feminina) mais velha, foi anexada pelos iorubanos nos rituais tal a sua importância. Nanã é a possibilidade de se conhecer a morte para se ter vida. É agradar a morte, para viver em paz. Nanã é a mãe, boa, querida, carinhosa, compreensível, sensível, bondosa, mas que, irada, não reconhece ninguém. Nanã é o Orixá da vida, que representa a morte. E a isso devemos o máximo respeito e carinho.  Mitologia  Nanã, Senhora de Dassa Zumê, mãe de Obaluaê, Ossãe, Oxumarê e Ewá, elegante senhora, nunca se meteu preocupou com o que este ou aquele fazia de sua própria vida. Tratou sempre de si e dos filhos, de forma nobre, embora tenha sido sempre precoce em tudo. Entretanto, Nanã sempre exigiu respeito àquilo que lhe pertencia. O que era seu, era seu mesmo. Nunca fora radical, mas exigia que todos respeitassem suas propriedades. E, mas uma vez, vemos Ogum numa historia. Viajante, conquistador, numa de suas viagens, ogum aproximou-se das terras de Nanã. Sabia que o lugar era governado por uma velha e poderosa senhora. Se quisesse, não seria difícil tomar as terras de Nanã pois, para Ogum, não havia exercito, nem força que o detivesse. Mas  Ogum estava ali apenas de passagem. Seu destino era outro, mas seu caminho atravessava as terras de Nanã. Isto ele não podia evitar e nem o  importava, uma vez que nada o assustava e Ogum nada temia. Na saída da floresta, Ogum deparou-se com um pântano, lamacento e traiçoeiro, limite do inicio das terras de Nanã. Era por ali que teria que passar. Seu caminho, em linha reta, era aquele – por pior que fosse e não importando quem dominava o lugar. O destino e objetivo de Ogum  era o que realmente lhe importavam. Parou à beira do pântano e já ia atravessá-lo quando ouviu a voz rouca e firme de Nanã: - Esta terra tem dono. Peça licença para penetrar nela! No que Ogum respondeu em voz alta: - Ogum não pede, toma! Ogum não pede, exige! E não será uma mulher que impedira meu objetivo! - Peça licença, jovem guerreiro, ou se arrependerá!,   retrucou Nanã com a voz baixa e pausada. - Ogum não pede licença, avança e conquista! Para trás, velha, ou vai conhecer o fio  da minha espada e a ponta de minha lança! Dito isto, Ogum avançou pela pântano, atirando lanças com pontas de metal contra Nanã. Ela, com as mãos vazias, cerrou os olhos e determinou ao pântano que  tragasse o imprudente e impetuoso guerreiro. E assim aconteceu... Aos poucos, Ogum foi  sendo tragado pela lama do pântano, obrigando-o a lutar bravamente para salvar sua própria pele, debatendo-se e tentando voltar atrás. Ogum lutou muito, observado por Nanã, até que conseguiu salvar sua vida, livrando-se das águas pantanosas e daquela lama que quase o devorava. Ofegante e assustado, Ogum foi forçado a recuar, mas sentenciou: - Velha feiticeira! Quase me matou! Não atravessarei suas terras, mas  vou encher este de pântano de aço pontudo, para que corte sua carne! Nanã, impassível e calma, voltou a observar: - Tu és poderoso, jovem e impetuoso, mas precisa aprender a respeitar as coisas. Por minhas terras não passarás, garanto! E Ogum teve que achar outro caminho, longe das terras de Nanã. Esta, por sua vez, aboliu o uso de metais em suas terras.E, até hoje, nada por ser feito com laminas de metal para Nanã.  Dados Dia:Data: 26 de julho; Metal: latão; Cor: branco com traços azuis ou roxos; Partes do corpo: protege a barriga, o útero, a parte genital feminina, protege as mulheres gestantes; Comida: Aberem(milho torrado e pilado do qual é feito um fubá com açúcar ou mel), mugunzá; Arquétipo: tolerantes, mas implicáveis, maduros, lentos, firmes, bondosos, simpáticos, extremamente limpos e com temperamento artísticos; Símbolo: ibiri e os bradjas ( contas feitas com búzios, dois a dois, e cruzados nos peitos, indicando ascendente e descendente)
   
OBSERVAÇÃO:
Lembre-se que acima de tudo está o orí do iyawò. Iniciar alguém para Nanã é tarefa para poucos axés no Brasil, eu não me atreveria sem estar muito  segura e  bem orientada nesse Orô. Nanã é Abikú, Orixá ancestralizado., e só mulheres raspam nanãn, porém os guardiãs de Nanãn na África, segundo PIERRE VERGER, são homens,portanto kizila com homens não há..... Acredito  que seja axé matriarcal,tradição,  então  vamos respeitar.
Nanãn é o arquetipo das pessoas que agem com calma, benevolência, dinidade e gentileza. Das pessoas lentas no cumprimento de seus trabalhos e que julgam ter a eternidade à sua frente para acabar com os afazeres. Elas gostam das crianças as educam-nas, talvez, com excesso de doçura e mansidão, pois têm tendência a se comportarem com a indulgência das avós. Agem com segurança e magestade. Suas reações bem-equilibradas e a pertinência de suas decisões mantêm-nas sempre no caminho da sabedoria e da justiça. (Pierre Verger)
Eu acrescentaria ainda que é uma guerreira de primeira, não usa camisú, adora um atacã bem amarrado para trás e dança magestosamente com Osogiyan na festa do pilão com todo prestigio de um orixá funfun, digna representante da Grande mãe Universal.
Nanã não vir quando se arria o amalá, está mais do que correto, não deve vir mesmo! Como também Xangô não virá no Orô de Nanã., Energias equidistantes e cultos independentes. Não existe Nanã que se confunda com Yemanjá, isso é invenção. Questão de associarem Nanã a velhice ou feiura não tem fundamento, Ela um orixa belíssimo, e não devemos confundir um orixa antigo com velhice.   Qualidades de Nanã
Nanã Abenegi: Dessa Nanã nasceu o Ibá Odu, que é a cabaça que traz Oxumarê, Oxossi Olodé, Oya e Yemanjá.
Nanã Adjaoci ou Ajàosi: É a guerreira e agressiva que veio de Ifé, as vezes confundida com Obá. Mora nas águas doces e veste-se de azul.
Nanã Ajaepá: É a guardiã que mata, vive no fundo dos pântanos, é um Orixá bastante temido, ligado a lama, a morte, e a terra. Veio de Ajaepá. Está ligada aos mistérios da morte e do renascimento. Destaca-se como enfermeira; cuida dos velhos e dos doentes, toma conta dos moribundos. Nela predomina a razão.
Nanã Asainan: Provisoriamente sem dados conclusivos a este caminho do Orixá Nanã.
Nanã Buruku: Também é chamada Olú waiye (senhora da terra), ou Oló wo (senhora do dinheiro) ou ainda Olusegbe. Este Orixá veio de Abomey; ligado à água doce dos pântanos, usa um ibirí azul.

Nanã Obaia ou Obáíyá: É ligada a água e a lama. Mora nos pântanos; usa contas cristal vestes lilás e veio do país Baribae.

Nanã Omilaré: É a mais velha, acredita-se ser a verdadeira esposa de Oxalá. Associada aos pântanos profundos e ao fogo. É a dona do universo, a verdadeira mãe de Omolu Intoto. Veste musgo e   cristal.
Nanã Savè: Veste-se de azul e branco, e usa uma coroa de búzios.
Nanã Ybain: É a mais temida. Orixá da varíola. Usa cor vermelha, é a principal, come directo na lagoa, dando origem a outros caminhos. Para chamá-la, a yalorisá, tem que ir batendo com seus otás para fazê-la pegar suas filhas.
Nanã Oporá: Veio de Ketu, coberta de òsun vermelho. É a mãe de Obaluaiyê, ligada a terra, temida, agressiva e irascível.

sábado, 18 de junho de 2011


Falar é completamente fácil, quando se tem palavras em
mente que expressem sua opinião...
Difícil é expressar por gestos e atitudes o que
realamente queremos dizer.
Fácil é julgar pessoas que estão sendo expostas pelas
circunstâncias...
Difícil é encontrar e refletir sobre os seus próprios
erros.
Fácil é fazer companhia a alguém, dizer o que ele deseja
ouvir...
Difícil é ser amigo para todas as horas e dizer a
verdade quando for preciso.
Fácil é analisar a situação alheia e poder aconselhar
sobre a mesma...
Difícil é vivenciar esta situação e saber o que fazer.
Fácil é demonstrar raiva e impaciência quando algo o
deixa irritado...
Difícil é expressar o seu amor a alguém que realmente o
conhece.
Fácil é viver sem ter que se preocupar com o amanhã...
Difícil é questionar e tentar melhorar suas atitudes
impulsivas e às vezes impetuosas, a cada dia que passa.
Fácil é mentir aos quatro ventos o que tentamos
camuflar...
Difícil é mentir para o nosso coração.